E aqui está o primeiro trabalho de um grupo do 5º D - Alexandra Matos e Tiago Pereira.
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quinta-feira, 6 de junho de 2013
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Atividades interativas sobre o solo
Como prometido, aqui estão seis atividades interativas para testarem os vossos conhecimentos sobre o solo.
- Alteração das rochas
terça-feira, 4 de junho de 2013
Mapa conceptual do solo
- Para organizarem o conhecimento da matéria sobre o solo, aqui fica um mapa conceptual (cliquem na imagem para a visualizarem melhor).
quinta-feira, 23 de maio de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Poluição do Ar
Eis o contributo da Inês Santos, Mariana Almeida e Sara Martins do 5º B.
Aproveitem como revisão da matéria dada.
Aproveitem como revisão da matéria dada.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Importância dos gases atmosféricos
- Aqui tens um mapa de conceitos sobre a utilização dos gases atmosféricos.
(elaborado com recurso ao software CMap Tools)
- e aqui, uma atividade interativa para testares os conhecimentos (clica na imagem):
(elaborada com recurso ao Hotpotatoes 6 - JMatch e Kompozer)
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Uso dos gases atmosféricos
O Guilherme Ventura do 5º B, fez a revisão da matéria sobre o "Uso dos gases atmosféricos", em PowerPoint, muito útil para ele (já estudou esta parte) e ao partilhar, também será útil para todos vocês.
Como o rapaz fez um PowerPoint muito estreito está um bocado difícil de ler. Depois de abrirem, cliquem novamente para aumentar as letras.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
ESA - Buracos de Ozono
Continuando a olhar o planeta Terra, a partir do espaço, começo hoje por vos lançar este desafio - saber um pouco mais sobre a camada de ozono (existente na estratosfera) e em particular sobre o tal falado - buraco de ozono.
A verdade é que não existe nenhum buraco e como verás a situação parece estar a melhorar (isto é para as "alminhas" que estavam muito preocupadas, quando falei da camada de ozono, nas aulas).
A camada de ozono, localizada na estratosfera, entre os 20 a 30 Km de altura e com cerca de 10 km de espessura protege-nos dos raios ultravioletas (que são muito prejudiciais a todas as formas de vida). A sua ausência causaria um aumento significativo do número de cancros de pele, entre outros efeitos nocivos.
No final da década de 1970 foram detetadas diminuições significativas das concentrações de ozono (a que chamaram buraco de ozono), sobre os pólos, primeiro, sobre a Antártida (pólo sul), e depois, sobre o Ártico (pólo norte).
Desde essa altura que vários estudos científicos demonstraram que os principais responsáveis por essa diminuição eram os CFC (CloroFluoroCarbonetos), um grupo de compostos químicos utilizados, por exemplo, como gases propulsores de aerossóis, em aparelhos de ar condicionado, em frigoríficos e arcas congeladoras.
Entretanto, vários acordos internacionais foram já estabelecidos no sentido de diminuir a utilização de CFC.
O problema é que eles sobrevivem por muitos anos na atmosfera e pode demorar, até por volta de 2050, para que os níveis de CFC voltem aos baixos valores de 1960.
A área do buraco de ozono é definida como o tamanho da região cujo ozono está abaixo das 200 unidades Dobson (DUs - unidade de medida que descreve a espessura da camada de ozono numa coluna directamente acima de onde são feitas as medições).
O buraco na camada de ozono é um fenómeno que ocorre somente durante uma determinada época do ano, entre Agosto e início de Novembro (primavera no hemisfério sul).
Quando a temperatura se eleva na Antártida, em meados de Novembro a região ainda apresenta um nível abaixo do que seria considerado normal de ozono.
No decorrer do mês, em função do gradual aumento de temperatura, o ar circundante à região onde se encontra o buraco inicia um movimento em direção ao centro da região de baixo nível do gás.
Desta forma, o deslocamento da massa de ar rica em ozono (externa ao buraco) propicia o retorno aos níveis normais de ozono a alta atmosfera fechando assim o buraco.
A imagem acima, permite verificar a evolução do buraco de ozono na Antártida desde 1996 (quanto mais azul escuro, menos ozono existe, maior é o buraco).
Satélites como o ERS-2 e Envisat da ESA mostraram como esses buracos se têm desenvolvido e crescido, às vezes cobrindo uma área tão grande quanto a Europa.
No entanto, as concentrações de ozono estão a subir, e parece que o buraco sobre a Antártida pode estar lentamente a desaparecer. A notícia ainda melhor é que o satélite "MetOp", da ESA, constatou que, em 2012, o buraco sobre a Antártida caiu para seu menor tamanho em 10 anos!
E agora, observa este vídeo que mostra o encolhimento do buraco de ozono entre 2011 e 2012, sobre a Antártida.
Fontes (hiperligações aos artigos / notícias consultadas):
- ESA
- Infopédia
- Wikipédia
Entretanto, vários acordos internacionais foram já estabelecidos no sentido de diminuir a utilização de CFC.
O problema é que eles sobrevivem por muitos anos na atmosfera e pode demorar, até por volta de 2050, para que os níveis de CFC voltem aos baixos valores de 1960.
A área do buraco de ozono é definida como o tamanho da região cujo ozono está abaixo das 200 unidades Dobson (DUs - unidade de medida que descreve a espessura da camada de ozono numa coluna directamente acima de onde são feitas as medições).
O buraco na camada de ozono é um fenómeno que ocorre somente durante uma determinada época do ano, entre Agosto e início de Novembro (primavera no hemisfério sul).Quando a temperatura se eleva na Antártida, em meados de Novembro a região ainda apresenta um nível abaixo do que seria considerado normal de ozono.
No decorrer do mês, em função do gradual aumento de temperatura, o ar circundante à região onde se encontra o buraco inicia um movimento em direção ao centro da região de baixo nível do gás.
Desta forma, o deslocamento da massa de ar rica em ozono (externa ao buraco) propicia o retorno aos níveis normais de ozono a alta atmosfera fechando assim o buraco.
A imagem acima, permite verificar a evolução do buraco de ozono na Antártida desde 1996 (quanto mais azul escuro, menos ozono existe, maior é o buraco).
Satélites como o ERS-2 e Envisat da ESA mostraram como esses buracos se têm desenvolvido e crescido, às vezes cobrindo uma área tão grande quanto a Europa.
No entanto, as concentrações de ozono estão a subir, e parece que o buraco sobre a Antártida pode estar lentamente a desaparecer. A notícia ainda melhor é que o satélite "MetOp", da ESA, constatou que, em 2012, o buraco sobre a Antártida caiu para seu menor tamanho em 10 anos!
E agora, observa este vídeo que mostra o encolhimento do buraco de ozono entre 2011 e 2012, sobre a Antártida.
Fontes (hiperligações aos artigos / notícias consultadas):
- ESA
- Infopédia
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